Larissa Medeiros Maciel, de 17 anos, foi morta com um tiro no rosto disparado pelo ex-namorado, Reginaldo Morais da Silva, de 28 anos, na tarde de quarta-feira, 28, no município de Pracuúba, a 276 quilômetros de Macapá.

As polícias Militar e Civil fizeram cerco policial no suspeito e ele atirou contra a própria cabeça, segundo o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes).

A polícia detalhou ao Ciodes que o homem cometeu o crime na casa de uma vizinha ao local onde os dois conviviam juntos, mas em clima de desavença. Horas antes, a jovem havia denunciado à polícia que foi ameaçada de morte pelo ex-companheiro.

O caso aconteceu no distrito de Conjubi, comunidade rural com acesso pela Rodovia BR-156. A Polícia Civil acionou a Polícia Técnico-Científica (Politec) para fazer a remoção do corpo de Larissa e Reginaldo.

Jovem havia denunciado o namorado à polícia

De acordo com o delegado da Polícia Civil Cezar Augusto Vieira, Larissa e Reginaldo moravam juntos, mas estavam separados há alguns dias. No início da tarde de quarta-feira, ele ateou fogo em um colchão da casa e ameaçou a vítima de morte.

“Ela se dirigiu à delegacia de Pracuúba, nós fizemos a oitiva e solicitação de medida protetiva à Justiça. Uma diligência foi feita por agentes até o distrito para localizar o infrator, mas ele tinha se evadido do local. A perícia foi feita na casa”, informou Vieira.

Cojubim fica a quase 30 quilômetros da sede de Pracuúba e tem acesso pela Rodovia BR-156. O delegado detalhou que Larissa retornou para o distrito, onde ficou na casa de uma vizinha, foi quando o ex-namorado a localizou.

“Ele apareceu novamente com arma de fogo e efetuou o disparo contra Larissa, que morreu. Até um parente dela falou que viu Reginaldo com a arma, mas não achou que ele fosse atirar. As pessoas viram ele se aproximando, mas não fizeram nada para imobilizá-lo ou tirar a arma de fogo”, disse Vieira.

“Nós retornamos ao distrito, e começamos as diligências para encontrar o ex-companheiro. Depois de uns 40 minutos, o encontramos, ele estava de posse da arma de fogo, e antes de iniciar a abordagem, ele atirou no próprio queixo. Isso foi visto pelos policiais civil e militares que estavam em busca dele”, acrescentou.

A arma usada no crime foi uma espingarda calibre 12. A Polícia Técnico-Científica (Politec) fez a perícia e remoção dos corpos. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso.

ATENÇÃO! IMAGENS FORTES

Reginaldo Morais da Silva atirou contra a própria cabeçaapós ser cercado pela polícia (Fotos: Reprodução)

 

As informações são do G1

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